IJSP

Prevenir, tratar e devolver o atleta à prática — com o joelho preparado para a carga real.

Medicina Esportiva e Joelho do Atleta

A medicina esportiva estuda as técnicas que sustentam o melhor desempenho do indivíduo durante a prática esportiva. No joelho, ela opera em três níveis de prevenção: a primária, que evita a lesão; a secundária, que atua no diagnóstico e no tratamento precoce; e a terciária, que reabilita e previne a recidiva.

O IJSP tem raiz direta nesse campo. O instituto foi construído em torno do joelho degenerativo e esportivo, e a experiência da equipe inclui acompanhamento em esporte olímpico e paralímpico.

Condições tratadas nesta área

  • Ruptura de LCA no esporte
  • Tendinite patelar
  • Lesão meniscal por torção
  • Condromalácia patelar
  • Joelho de corredor
  • Luxação patelar

Como o IJSP conduz esta área

Três níveis de prevenção

Primária para evitar a lesão, secundária para diagnóstico e tratamento precoce, terciária para reabilitar e impedir que o problema retorne.

Tendinite patelar estagiada

Estágio 1: dor após a atividade. Estágio 2: dor durante e depois. Estágio 3: queda de função motora e dor em repouso. Estágio 4: rompimento do tendão, com indicação cirúrgica.

Risco por modalidade

Futebol, artes marciais, basquete, exercícios resistidos, tênis e ginástica olímpica concentram o maior volume de lesões de joelho.

Retorno planejado

Depois de uma reconstrução de LCA, a volta ao treino se dá entre 6 e 12 meses — prazo definido pela maturação biológica do enxerto.

As lesões que mais tiram o atleta de quadra

Três quadros dominam o consultório esportivo: a ruptura do ligamento cruzado anterior, a tendinite patelar e a lesão de menisco. O LCA rompe tipicamente sem contato, numa rotação em que corpo e perna vão para direções opostas — mecanismo clássico do futebol e dos esportes de mudança de direção.

A tendinite patelar é traiçoeira porque avança por estágios: começa doendo só depois do treino e, se ignorada, chega ao rompimento do tendão. O caso do jogador Ronaldo, o Fenômeno, após o incidente na Copa de 2000, é a referência mais conhecida desse desfecho.

Modalidades de impacto e modalidades de severidade

Futebol, artes marciais, basquete, exercícios resistidos, tênis e ginástica olímpica lideram em número de lesões de joelho, simplesmente porque concentram praticantes e exigem mudanças bruscas de direção. Skate, patinação e esqui produzem lesões severas, mas com incidência menor por terem base de praticantes reduzida.

A condromalácia patelar, conhecida como joelho de corredor, responde bem a fisioterapia com reforço muscular; quando não responde, a condroplastia entra para estimular o crescimento de nova cartilagem articular.

Procedimentos desta área

Cada procedimento tem sua própria página, com técnica, indicação e recuperação em detalhe.

Dúvidas Comuns

Perguntas frequentes sobre Medicina Esportiva

O que faz a medicina esportiva no tratamento do joelho?

Ela atua em três frentes: prevenção primária para evitar a lesão, secundária para diagnóstico e tratamento precoce, e terciária para reabilitar o atleta e reduzir o risco de o problema voltar.

Quais esportes mais causam lesão de joelho?

Futebol, artes marciais, basquete, exercícios resistidos, tênis e ginástica olímpica concentram o maior número de casos. Skate, patinação e esqui geram lesões severas, porém em menor volume.

Quando a tendinite patelar precisa de cirurgia?

No quarto estágio, quando há rompimento do tendão. Nos estágios anteriores — dor após a atividade, dor durante e após, e queda de função motora com dor em repouso — o tratamento é conservador.

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